Deputado diz que eleição durante pandemia “será atípica” e que “pré-candidatos terão que inovar”


Com a eleição marcada para acontecer este ano, mesmo com a pandemia de coronavírus, o deputado estadual Marcelinho Veiga (PSB) aponta que os pré-candidatos terão que inovar e criar métodos e estratégias para que não sucumbam ao ostracismo político. Nesta quinta-feira (30), o parlamentar disse que “mesmo que o pleito seja prorrogado para dezembro, o contato ‘corpo a corpo’ será improvável”. Marcelinho defende o uso de redes sociais para promover debates, ampliar a visibilidade e apresentar propostas para atingir o eleitor diretamente.

“O que não falta entre os políticos é esse debate sobre a eleição, se vai acontecer ou não. Os representantes da Justiça Eleitoral acreditam que seja possível a realização do pleito. Se isso for adiante, teremos mais uma eleição atípica, assim como foi a última para presidente, logo após um impedimento. O que, a meu ver, gerou todo esse caos que vivemos atualmente na política, com divisão de ‘torcidas’ e com representantes sem comprometimento com o povo. Será um novo desafio para todos, inclusive para não incorremos em propaganda antecipada e outras práticas vedadas pelos órgãos fiscalizadores”, destaca o deputado do PSB.

O parlamentar baiano descreve ainda que um dos debates sobre a campanha eleitoral é a inovação, já que o pleito é marcado sempre por contato direto com eleitores e o isolamento social pode não permitir isso. “Se continuar flexibilizando as medidas que evitam a propagação do vírus, o ano será ainda mais difícil, mas se conseguirmos modificar a curva de contaminação acredito que o pleito poderá acontecer com inúmeras modificações. Será mesmo desafio para os prefeitos e vereadores. E quem conseguir se viabilizar e encontrar meios de engajamento sairá na frente”, completa.


Ascom do deputado Marcelinho Veiga
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